CRÔNICA: Feliz Ano Novo

 

O calendário do homem moderno é baseado no calendário Juliano – Imperador Romano – feito 46 anos depois de Cristo e depois modificado pelo Papa Gregório XIII em 1582. Até hoje é utilizado pelos Países do ocidente e obedecido por quase todos os Países do mundo.
Pois bem! O homem já inventou dezenas de calendários e, por sinal, até hoje em Países cuja cultura são seguidos pelo seu povo, Calendário Maia, Calendário Sueco, Calendário Judaico… e dezenas de outras.
Cada cultura e cada povo segue suas tradições, costumes e crenças, muitas delas cheias de superstições como a nossa: “não comer carne de galinha na passagem do ano, porque a galinha cisca para traz, e comer carne de porco, porque o porco fuça para frente”.
Eu havia parado de escrever crônica, mas me deu um estralo hipnótico e resolvi fazer um desejo sequencial dos dias vindouros: “Não tem nada de superstição, não tem nada que um ano é melhor que outro, que comendo porco dá sorte e comendo galinha…”
Há 50 mil anos e hoje é tudo igual, o homem canta, fala com outro, dança, faz declaração de amor e aprecia a natureza, o encanto de uma noite de luar, a quietude do cair da tarde, o esplendor radiante da natureza, a maravilha da alvorada através do canto dos pássaros, o ronco poderoso de um leão, o canto majestoso de um galo, a maravilha de tudo isso, paisagens encantadoras como um rio transbordante, morros e montanhas majestosas coloridas pintadas pela própria natureza, um arco íris com várias cores pintadas pelo vento e pela água com o pincel dos raios solares. Olhar o ser humano e os próprios seres vivos, como são feitos, por que há milhares de ano não se muda? Por que as orelhas não se encontram nas canelas? Por que os olhos não estão na nuca? Por que as unhas não estão na barriga?
Tudo continua sem modificação de nada, há milhares de anos.
Observando a natureza, observamos que todas as aves ciscam para traz e as coitadas das galinhas, que são de comportamento caseiro, pagam o pato pela superstição de mau agouro.
Bem, deixe eu dar meu tom hipnótico de vocabulário para dar sorte, pronunciando a palavra mágica. “Meu chapéu de palha!”, se eu não falar “Meu chapéu de palha”, não vem a inspiração da narrativa (Burro véio)!!!
Deixando de lado a brincadeira, a vida é linda, maravilhosa, é um encanto olhar as paisagens da Terra, seus coloridos, rios, florestas, cascatas e cachoeiras, aves voando, uma maravilha que se repete há milhões de anos.
Além de tudo isto, se continuará imortal a beleza e a emoção de uma declaração de um ser a outro, um homem e uma mulher e toda espécie viva, cada um com seu jeito.
A emoção entre todos humanos é tão grande que se procura a se imaginar como será a existência de outros seres em outros planetas neste mundo infinito.
Por fim diria, “a vida é uma sequência imortal, que continua inalterada no passar dos séculos”, então eu diria.
Feliz mais um dia, pois todos os dias são de Deus e todos iguais.

*Abdalla João Dardaque – Cidadão Honorário da Lapa.