A gruta do Monge, até antes do fechamento do parque para a revitalização, recebia romeiros que ali pagavam suas promessas, deixando objetos e também acendendo velas para suas orações. Tudo isso, apesar de permitido até pouco tempo, acabou danificando as rochas do local. Assim, os voluntários realizaram a limpeza da parafina no cruzeiro da gruta do Monge, além de alguns tamponamentos (fechar ou obstruir com tampão) de furos não naturais nas rochas. Estes trabalhos exigem conhecimento em técnicas verticais e prática na confecção da massa da qual é usada a própria pedra (arenito) moída do local.
O IAP e o Diretor do Parque agradecem mais uma vez todo o esforço e o trabalho voluntário realizado por Marcelo Coelho, Adriano Stica, Jéssica Heymowski e José Luiz (Zé Lão).

