Vimos na semana passada que o dinheiro é uma ferramenta poderosa para avançarmos com os nossos projetos, e que o desejo de conquistar uma boa posição financeira é um motivo sadio. Aliás, nessa série de artigos estamos trabalhando sobre os motivos essenciais que movem o ser humano, despertando, assim, as habilidades que o levam ao triunfo.
Para poder traçar um plano de ação e agir mobilizando recursos e pessoas com êxito, é preciso eminentemente cuidar com aquilo que se pensa. Muitos projetos fracassam devido a perca de foco. Quando trabalhamos com foco, duas leis entram em ação. A lei do hábito e a lei da auto-sugestão.
O hábito é literalmente um caminho mental e podemos dizer que o pensamento é única força que pode produzir riquezas palpáveis, por isso, cuidar o que se pensa é crucial.
O ambiente em que vivemos determina esse caminho. Agora, note bem, é de nossa responsabilidade e consciência escolher o tipo de ambiente que queremos viver. Esse amplo campo é formado pelos tipos de livros e revistas que lemos, pelas pessoas com quem andamos… Acredito que você já deve ter ouvido aquele velho ditado popular “Dize-me com quem andas que te direi quem és!”. Pois é, ele reforça exatamente esse conceito, mas não para por aí. O tipo de trabalho que realizamos é fundamental para formação do hábito, bem como a nossa formação intelectual e o tipo do ensino religioso que recebemos, principalmente, até os quatorze anos de idade.
Esse relacionamento interno com o dinheiro se reforça por essa lei e o conflito surge com o desejo inerente do ser de querer se expressar mais, quando é podado pelas faltas de recursos e o progresso não acontece, porque se acredita que ter bastante dinheiro é algo errado ou como popularmente é dito “é coisa do diabo”. Se ter dinheiro fosse algo errado ou coisa do diabo, nenhum líder religioso no mundo iria querer tê-lo. Problema sabido, cinquenta por cento resolvido.
Como comentei no artigo de semana passada, o dinheiro é um poderoso servo, quando você se torna um grande senhor. “Senhor do que?”, você deve estar se perguntando. Senhor dos seus pensamentos, é a minha resposta.
A Bíblia afirma como muita sabedoria quando diz “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males…”. Percebeu? Não há nada de errado com ele, o problema é a atitude que temos. O mundo profissional e pessoal é apenas um reflexo de seu mundo mental, então ser mesquinho, arrogante é apenas um reflexo.
Bom! Agora ficou fácil mudar a forma. É só alterar aquilo que dá origem a forma.
Faz sentido?

