Pesquisa popular poderá definir área de lazer do Parque do Monge

Resposta sobre andamento da revitalização será dada em 20 dias por Secretário de Meio Ambiente, que solicita manifestação oficial da população acerca do projeto a ser executado.

Na edição 1751 da Tribuna, foi divulgada matéria a respeito da discussão sobre a reabertura do Parque do Monge. No dia 27 de maio, o Deputado Estadual Elio Rusch – juntamente com o vice-prefeito da Lapa, Ruy Suplicy Wiedmer, e o vereador Mário – esteve em audiência com o Secretário Estadual do Meio Ambiente, Luiz Eduardo Cheida, visando discutir a retomada da revitalização do Parque Estadual do Monge, fechado há quase cinco anos.

Nesta semana a redação da Tribuna entrou em contato com o vice-prefeito, Ruy Wiedmer, para obter mais informações sobre os resultados da reunião. Segundo Ruy, o Secretário Cheida solicitou um prazo de 20 dias para dar um posicionamento sobre o Parque. Isto porque há duas situações que devem ser analisadas antes de qualquer tomada de decisão. A primeira se refere à empresa que estava realizando a obra no local. Como o Governo do Estado não pagou totalmente o valor acordado no contrato (tendo em vista o fato de a empreiteira vencedora da licitação pública ter sido considerada inapta) será primeiramente avaliada a possibilidade de quitar este compromisso (com verbas levantadas através da venda da madeira do Parque) para que a revitalização seja continuada. A segunda situação se refere à avaliação da possibilidade de realizar novo processo licitatório para realização dos serviços de revitalização. Após a análise destas duas situações, o Secretário Cheida irá repassar a Ruy Wiedmer e Mário da Farmácia o posicionamento do Governo do Estado sobre o Parque.

 

ÁREA DE LAZER

Desde o fechamento do Parque do Monge, muitos lapeanos já se mobilizaram para que as obras de revitalização do local fossem concluídas e, finalmente, a Lapa contasse novamente com a área do Monge para o tradicional lazer das famílias e também dos turistas.

Segundo Mário da Farmácia e Ruy Wiedmer, a importância histórica do Parque, o carinho da população pelo local e o forte clamor pela reabertura do Monge foram fatores determinantes na tentativa de auxiliar na luta pela revitalização da área, buscando apoio de políticos para a solução do problema.

Ouvindo os moradores da Lapa, tanto o vereador como o vice-prefeito perceberam uma situação prevista na revitalização que não estava agradando a população: o fato de o projeto determinar que toda a área de lazer será retirada de dentro do parque, ficando em área localizada na Avenida Getúlio Vargas, antes mesmo de se iniciar a subida ao local. Pelo projeto, portanto, não seria mais possível que famílias e turistas usufruíssem do espaço do Monge para jogar futebol, utilizar churrasqueiras ou mesmo outras atividades de lazer. Uma das únicas atividades permitidas seria a prática de caminhadas pelas trilhas, por exemplo.

Sabendo deste descontentamento, Ruy e Mário conversaram com o Secretário Cheida, solicitando alteração no projeto original, fazendo que seja possível haver áreas de lazer no Parque e que na Avenida Getúlio Vargas seja instalado somente o receptivo turístico. No entanto, Cheida esclareceu que tal modificação só poderia ser realizada caso fosse feita uma consulta popular, demonstrando que há real interesse da sociedade lapeana na alteração.

Com base nesta informação, os dois políticos da Lapa entraram em contato com a Tribuna Regional e pediram apoio para realização de pesquisa de opinião, através do site do jornal, tendo em vista a grande penetração e credibilidade do periódico na região.

Por isso, você, leitor, está convidado a participar da pesquisa que já está ativa no site da Tribuna. Assim, será possível demonstrar, oficialmente, a já conhecida opinião popular a respeito da localização da área de lazer no Parque do Monge, depois de revitalizado.

Basta acessar o endereço www.tribunaregionaldalapa.com.br e participar. Não deixe de dar a sua opinião: “Você gostaria que as áreas de lazer do Parque do Monge se localizassem onde?

a)    Junto ao receptivo turístico (na Avenida Getúlio Vargas);

b)    Próximo aos locais onde estavam, originalmente, dentro do próprio Parque.”

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