Ao amigo Dr. Luiz Cunha
É testemunha da história, De enganos e desenganos O velho pé da azaléia Há mais de Quarenta anos.
Pois foi plantada em setenta A mando de Zacarias Floresce seguidamente Alegrando nossos dias.
Luiz, seu vizinho frontal Quer vê-la sempre florida, Qual jardineiro lhe aduba Protegendo sua vida.
Mas esses dias, coitada, Perdeu galhos verdejantes Na poda que lhe fizeram Não vai florir como dantes.
Quem passa na frente dela Ou senta ao banco ali perto Ao vê-la assim desgalhada Sente tristeza por certo
(Contenda, Junho de 2013)
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