Grupo de vândalos causou arruaça em propriedades particulares e ameaçou moradores que decidiram defender seu patrimônio.
Acordar de madrugada com gritos, movimentação, arruaça e destruição do patrimônio que, muitas vezes, levou anos para ser conquistado, acaba com o ânimo e com o dia de qualquer um. Os moradores da Avenida Getúlio Vargas, conhecida Avenida do Monge, sentiram isso “na pele” na madrugada de terça-feira, 17 de setembro.
Nesta data, por volta das duas horas da manhã, vândalos passaram pela avenida destruindo muros de propriedades particulares. Quem levantou cedo e passou pelo local testemunhou os estragos causados. Sobrou serviço para os proprietários reconstruírem e arrumarem os estragos.
Alguns moradores, durante a ação dos criminosos, interviram chamando a atenção dos vândalos. O resultado foi mais violência, com pedras sendo atiradas contra as paredes e vidros das casas e ameaças de que os marginais voltariam e tomariam atitudes mais drásticas, envolvendo até mesmo agressões físicas.
Leitores relatam que atitudes semelhantes estão ocorrendo em diversos pontos do município, entre eles a região do Centro, nas proximidades da Rua Barão do Rio Branco; Vila do Príncipe, próximo à Avenida Aloísio Leoni; Módulo Esportivo e Parque Linear e Vila Magalhães.
A sociedade espera, com urgência, ação efetiva das autoridades competentes para inibir ações deste tipo. Afinal, há destruição do patrimônio público e particular. E, nas duas situações, quem paga os prejuízos é a própria população. Isso se já não bastasse o montante arrecadado em impostos, para que o Estado garanta a segurança aos cidadãos. Infelizmente, não é o que vem ocorrendo. Quem continua pagando a conta é o povo, sem esperança de ressarcimento.

