Vans escolares e a irresponsabilidade no transporte de alunos

Em qualquer cruzamento, próximo às escolas, nas vias principais, lá estão elas. As benditas vans de transporte de alunos.

Não vamos generalizar, mas uma grande parcela destes prestadores de serviço parece não conhecer as leis de trânsito ou, ao menos, o conceito de respeito ao próximo. Dirigem como loucos, falando ao celular, cruzando preferenciais em alta velocidade e, para piorar, transportando crianças no veículo em que estão dirigindo.

Por mais corrido que possa ser o horário de entrega ou busca de alunos, as leis de trânsito devem ser respeitadas. Mas, infelizmente, não é o que se costuma ver em relação à grande maioria dos motoristas que prestam este serviço.

Os pais devem estar atentos a quem contratam, procurar referências, mas, principalmente, procurar observar o profissional em ação e exigir dele a conduta correta. Com absoluta certeza, muitos pais preferirão levar seu filho à escola do que deixar nas mãos destes maus profissionais.

A falta de respeito às leis de trânsito é tanta, que não passa um dia sem que se veja um ‘piloto’ de vans, na maior velocidade, falando ao celular e cortando a frente de outros veículos para ganhar alguns minutos.

Uma boa solução seria a realização de ações conjuntas entre os departamentos responsáveis do município, região metropolitana e polícia militar. Enfim, de qualquer órgão minimamente preocupado com a segurança das crianças que são transportadas nas velozes vans escolares, no sentido de fiscalizar, multar e até cassar alvarás e carteiras dos motoristas que não respeitam as leis e muito menos os seus pequenos clientes, ao agirem assim.

Voltamos a frisar que existem, e muitos, profissionais com ótimas referências. E por respeito a estes motoristas, os legisladores deveriam se preocupar em criar normas rígidas para a liberação de alvarás a Transporte Escolar. Depois que acontecer um acidente por imprudência, o preço pago será alto demais, pois são as vidas dos seus filhos que estão em jogo. Pense nisso! Procure o seu representante no Legislativo e na Prefeitura, fiscalize o motorista da van do seu filho, mas, principalmente, não coloque as frágeis vidas de seus pequenos nas mãos de relapsos e ferozes pilotos de van.

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