Diante de alguma dificuldade, a maioria das pessoas tende a procurar alguém, um bom amigo, por exemplo, alguém que ouça e ajude. Outros preferem ouvir música, jogar bola, dançar, tomar uma cervejinha com os amigos. E realmente tudo isso pode ser útil para superar as dificuldades. Mas, muitas vezes, somente um ombro amigo ou um momento de relaxamento não proporcionam um verdadeiro alívio para o problema, podendo ser apenas uma fuga.
Você já reparou que quando procuramos alguém para desabafar, o outro sempre tenta contar a sua própria história e ficamos com a sensação de que não fomos ouvidos? E naquele momento você precisava de alguém que o ouvisse com atenção e pensasse junto para aliviar a dor e ajudá-lo a trilhar um novo caminho.
Em 1996 os moradores da Lapa passaram a poder contar com este tipo de ajuda, que é obtido através do trabalho de um psicólogo. Naquele ano, chegava às terras lapeanas o Dr. Jackson, um psicólogo muito discreto que iniciou seus atendimentos na antiga Clínica da Mulher.
Aos poucos, foi demonstrando que não estava na cidade por acaso. A população precisava de sua competência e dedicação. E foi no trabalho de psicologia deste profissional, que muitos receberam auxílio para viver melhor, buscando o autoconhecimento. O Dr. Jackson, assim como os demais profissionais de psicologia, não atuam com o intuito de dar conselhos, julgar, ou dizer se o paciente está certo ou errado. Sua missão é pensar junto, ajudar o paciente a chegar na verdade. E esta sensibilidade para entender a dor e os problemas do outro, fazendo com que se sinta acolhido, vem sendo aprovada ao longo destes 18 anos de trabalho junto à população lapeana.
Não é por acaso. Sua dedicação ao paciente vai além do consultório. Nnca fez distinção entre seus pacientes, por conta de seu nível econômico ou social, e nunca mediu esforços para promover saúde e qualidade de vida aos cidadãos da Lapa.
E, mesmo com muitos obstáculos que surgiram ao longo de sua caminhada, sempre quis permanecer atuando no município, pois já se considera um lapeano. E, assim entendendo, olhando para o seu paciente como um humano que precisa se conhecer, se descobrir melhor do que um dia o fizeram acreditar, auxiliou muitas pessoas a acreditarem em si mesmas e a se amarem. Isso faz toda a diferença em uma sociedade.
Infelizmente, o preconceito ainda mistura-se com a ignorância, fazendo com que muitos deixem de procurar o auxílio psicológico. Participar de um processo terapêutico guiado por este profissional ainda é considerado “coisa de louco” quando, na realidade, a alienação de si mesmo é que se torna um dos grandes geradores de conflitos. No entanto, procurar ajuda terapêutica é sinal de coragem e maturidade. Não de fraqueza, como muitos acreditam.
E quantas famílias lapeanas, em momentos difíceis, que pareciam impossíveis de serem superados ou amenizados, já tiveram a coragem e a maturidade de procurar a ajuda psicológica, encontrando em sua frente o Dr. Jackson?
Este é um exemplo de profissional que não é lapeano de nascimento, mas que adotou o município como seu e seus munícipes como seus irmãos. Por isso, os que aqui vivem, seja por escolha ou nascimento, reconhecem a competência, o profissionalismo e a humanidade do Dr. Jacson e querem continuar contando com sua presença que tanto enriquece a saúde pública do município.

