Seguindo um treinamento à risca, o atleta está preparado para a competição, porém não é invencível para muitas doenças.
Num inverno, mesmo não tão rigoroso, o atleta deve manter-se resguardado, principalmente das viroses, como o resfriado comum e a gripe. Com frequência, as pessoas acreditam não ser nenhum empecilho ao seu desempenho físico, muitas achando que suando vão melhorar mais rapidamente da leve doença. E por aí vão muitas crendices populares! Na verdade, é um conceito errado e perigoso.
O esportista com alguma virose não deve participar, em hipótese alguma, de provas esportivas ou atividades físicas; pois, além de estar com sua condição física rebaixada, corre o risco de ter complicações no organismo, desde dores, distensões musculares e anemia, até as importantes arritmias cardíacas.
Sabemos pela fisiologia que o excesso de exercício físico (muitas horas por dia) tende a diminuir a imunidade do atleta, isto é, a resistência geral de seu organismo. Por isso, recomendo acompanhamento médico para evitar estes quadros de debilidade com os exageros de treinamento.
A melhor forma de preveni-las (gripes virais) é através de boa reeducação alimentar e um ritmo de treinamento orientado por especialistas (professores de educação física), com uma avaliação médica especializada previamente.
O medo de ser cortado da equipe ou mesmo a frustração de estar fora de uma competição, leva inúmeros atletas e esportistas a esconderem uma virose, arriscando-se a desenvolver problemas muito mais sérios como inflamações da tireoide ou dos pulmões ou da garganta e até do coração.
Vale a pena relembrar que infecções virais, na maior parte das vezes aparentemente simples, não devem ser ignoradas pelos esportistas, tão pouco por praticantes de exercícios físicos.
Aguardar a cura total é o recomendado sempre. O reinício das atividades físicas deve ser gradativo e sem pressa.
Pratique prevenção! Pratique cuidados! Pratique saúde!

