Pai terrestre e Pai Celestial

“Não posso ver meu Pai Celestial, não posso tocá-lo, nem abraçá-lo. Mas existe alguém, nessa Terra, que é Seu fiel representante. É o meu pai terrestre! Ele é bondoso de coração, íntegro e justo. Quando o sol ainda nem raiou, já está em pé, pronto para um novo dia, provendo as necessidades da família! As lembranças da infância reforçam ainda mais as características de um Pai Celestial atuando junto ao pai terrestre! Sempre buscando, em primeiro lugar, o bem-estar de todos, em detrimento de sua própria felicidade. Sendo servo, ajudador, mantenedor. Nas minhas quedas, estendeu a mão e, com compaixão, enxugou minhas lágrimas e deu-me nova chance de recomeçar! Em momentos de perigo, estendeu seu braço forte para proteger-me e socorreu-me! Cuidou de mim nos momentos de dor, fez o impossível para prover cura e restauração! Sempre esteve disposto a ouvir e com sabedoria apontou o caminho a trilhar. Por vezes, decidi seguir meu próprio caminho. Mas, com o passar do tempo, percebi que os caminhos que meu pai terrestre e meu Pai Celestial apontaram, eram os mais seguros. Portanto, Pai Celestial, venho humildemente agradecer-lhe por toda graça concedida e, principalmente, por ter me presenteado com um pai terrestre, cujo valor é indescritível e imensurável!”

Essa reflexão foi feita pensando no exemplo do meu pai, José Antonio Bruzamolin. Mas presta uma homenagem aos queridos pais lapeanos, nessa data tão especial que é o Dia dos Pais!

Walquiria Menna Brusamolin Santos é Mestre em Ciência e Tecnologia Ambiental, Bióloga (CrBio 5091707-D) na Prefeitura de Campo Largo-PR.

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