
Pela primeira vez em seus 4 anos de atuação em Lapa, a OdontoCompany passa a oferecer a Carga Imediata — resultado de um ano investindo em novas tecnologias para melhorar o atendimento aos pacientes
Trocar um sorriso incompleto por dentes fixos costuma significar uma coisa para quem já passou por isso: meses de espera. Primeiro a extração, depois a cicatrização, depois o implante, depois mais uma longa espera até o dente definitivo poder ser colocado. É nesse ponto que a OdontoCompany Lapa, instalada no piso superior da Rodoviária, no centro da cidade, decidiu apostar na Carga Imediata.
“Foi um ano de investimento em novas tecnologias, capacitação e numa equipe preparada para fazer esse procedimento com segurança, e agora conseguimos oferecer isso aos nossos pacientes”, conta Thomas Laus, sócio da clínica ao lado da esposa, a dentista Camila Ziemann. A OdontoCompany atua há quatro anos em Lapa e passa a oferecer a Carga Imediata pela primeira vez — protocolo coordenado pelo dentista Lucas Ruiz, responsável pelos implantes.
Do jeito tradicional, o caminho é mais longo
Para entender o que muda, vale explicar como funciona o processo mais comum. Depois do raio-X e da tomografia computadorizada da região, exames que mostram se há osso suficiente para receber o implante, é feita a extração dos dentes comprometidos. Só que o paciente não sai dali com um dente novo: a gengiva precisa cicatrizar, o que costuma levar de 10 a 15 dias. Feito isso, entra o implante — o “pino” que fica dentro do osso — e aí vem a espera mais longa de todas: de 4 a 6 meses até esse implante se firmar no osso e permitir a colocação da prótese definitiva. Nesse meio tempo, o paciente costuma usar uma prótese provisória, só para conseguir mastigar, enquanto aguarda.
Com o escaneamento digital e a Carga Imediata, o tempo muda de figura
A OdontoCompany usa um scanner intraoral para fazer o registro da boca do paciente, no lugar da moldagem tradicional com massa e gesso. Essa mudança, sozinha, já corta dias do processo: em vez de esperar o material físico ser levado ao laboratório, o arquivo digital é enviado na hora, e o laboratório começa a trabalhar em minutos.
A grande virada, porém, é a possibilidade de reduzir também a espera depois do implante — mas isso vale para um caso específico. A Carga Imediata só é indicada para o Protocolo, nome técnico da prótese total fixa, popularmente chamada de “dentadura com pinos”. Nesses casos, extração e implantes podem ser feitos na mesma cirurgia, e a prótese provisória entra em poucos dias, sem os meses de espera do processo tradicional. Já em implantes unitários — quando é repor um dente só — a Carga Imediata não é indicada: se o implante recebe carga logo nos primeiros dias, ele se move, e esse movimento atrapalha a cicatrização e a osseointegração do osso.
A diferença está justamente no número de implantes. No Protocolo, como são vários “pinos” trabalhando juntos, eles se apoiam uns nos outros e ajudam a manter a prótese firme no lugar desde o início — o que dá a segurança necessária para a carga imediata. Já um implante sozinho não tem esse apoio extra, e por isso precisa do tempo normal de cicatrização.
Só que há uma ressalva importante, e a clínica faz questão de deixá-la clara: nem todo paciente é candidato à Carga Imediata, e isso só se descobre no dia da cirurgia. “É o único jeito de a gente descobrir se o osso da pessoa vai aguentar”, explica Thomas. Durante o procedimento, o dentista mede a resistência do osso onde o implante foi fixado — uma espécie de teste de firmeza. Se o osso responder bem, o tratamento segue para a via rápida. Se não, o paciente segue pelo caminho tradicional, com mais segurança, neste caso. Por isso todo paciente passa por uma avaliação prévia, onde conhece os dois métodos — o tradicional e a Carga Imediata — antes de decidir qual caminho seguir. “A gente explica os dois jeitos, com transparência, para a pessoa entender qual se encaixa no caso dela”, resume Thomas.
E o pagamento?
Como é um procedimento pouco oferecido, é comum surgir a dúvida se o tratamento sai mais caro. A resposta, segundo Thomas, é direta: sim, custa mais que o processo tradicional — mas o valor reflete o conforto de encurtar meses de espera e desconforto. “O preço é justo pelo conforto que proporciona”, afirma. O valor final, porém, não é fechado, porque cada boca pede um tratamento diferente. “Aqui a gente analisa as melhores opções para dar mais conforto, saúde e qualidade de vida para os nossos pacientes, e isso é feito com muito carinho na hora de montar o orçamento”, explica.
O que a clínica garante é flexibilidade na hora de fechar o pagamento. Normalmente é pedida uma entrada em torno de 20% do valor total do tratamento, e o restante pode ser parcelado no cartão de crédito — em geral até 12 vezes, podendo chegar a mais parcelas dependendo do valor do tratamento e da análise de crédito. Para quem não tem o valor da entrada disponível de imediato, a clínica também estuda alternativas, como diluir essa entrada em boletos menores antes do início do tratamento. “A gente dá um jeito para tudo, dentro da possibilidade de cada um”, resume Thomas.
A OdontoCompany também oferece avaliação gratuita e sem compromisso — é nela que fica definido, caso a caso, se o paciente é elegível para a Carga Imediata e qual o investimento necessário. Próteses antigas ainda são aceitas como parte do pagamento de um novo tratamento.
SERVIÇO OdontoCompany Lapa — Rodoviária da Lapa, Piso Superior, Centro Segunda a sexta, das 8h30 às 19h | Sábados, das 8h30 às 12h (41) 99999-7166 | lapa@odontocompany.com

